A lancha que ficou a ver navios...
Pane navegando no Rio Guaíba, em Porto Alegre
Antônio Joaquim Machado
29 Mai 2013 O pessoal saiu por volta do meio-dia e nós saímos às 15 horas, para encontrá-los perto de Itapuã. Tudo ia muito bom, muito bem, quando Demos a clássica “abrida de capô milagrosa” O Boletto pegou o telefone e, claro, ligou para o Cmte Super-Wolff do Viva la Vida. O SW deu algumas dicas, mas como já estava passando a Ilha das Pombas, não podia fazer nada e além disso o entardecer não demoraria a chegar. Vai daí, lembraram do Seguézio, que havia ficado de “honeymoon” na baía da Chaminé com sua prezada esposa e imediata. Contatado, como bom Capitão, prontamente atendeu o pedido de socorro, largou tudo o que estava fazendo (...!) e veio nos buscar para levar a um local abrigado, porque estávamos à mercê de um banzeiro dos diabos. Rebocou-nos na hora H (fotos), porque o sol já se punha e começava a escurecer. Na manhã de domingo o Chico mecânico (com os óculos na foto acima) gentilmente veio à Marina do Lessa, onde o próprio os trouxe em sua lancha de resgate até nós. Quero salientar que o Lessa recusou qualquer pagamento pelo traslado. Bom, testaram aqui e ali e constataram problemas na fiação, com muitos cabos picotados. Fizeram os reparos necessários e suficientes e pronto, motor funcionando a mil! Perto do meio dia a flotilha reuniu-se toda junto à prainha na Ponta do Arado, trazendo (Aaaah!) comida! Mais tarde, o Graxaim veio reunir ao grupo,
trazendo ovelha e porco assados. Cada um fez ou requentou comida da janta e repartimos tudo, também biblicamente... O Wolff preparou na hora um
risoto de linguiça que estava muito bom e que caiu como uma AJMachado |
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